Se a tua beleza, a maior das verdades,
Dos meus pobres olhos um dia se esconder
O mundo todo vagarei a procurar
Pois um segundo pode me matar
Se eu não tiver a graça de lhe ver
E das trevas, dominantes quando aqui não está,
Farei a luz suave que sua alva pele refletirá
E do silêncio caótico que habita a minha solidão
Farei ecoar pelos ventos o sopro da minha paixão.