Adeus a mim mesmo.
Me arrancaram o baixo, me cortaram o cabelo
Nada sobrou dos meus cachos, nada restou do meu pelo.
E música que antes eu tocava, só vive agora nos meus ouvidos.
Tiraram de mim o bem mais precioso dos tempos divertidos.
Talvez não tenha meus cachos de volta, nem meu baixo em minha companhia
Mas o sentimento que em minh’alma sobra, toca em minha mente a mesma melodia.
E a voz rouca que minha garganta solta, há de um dia trazê-los de volta.
E o que foi arrancado de mim do corpo a fora, há de permanecer por dentro depois e agora.
E eu sinto melodia que me devora...