Canção da esperança
O tempo me ensinou
O escuro e o pavor.
E quando o sonho terminou,
Cicatrizes de amor.
Quando realmente acreditei
O meu coração se abriu
Foi então que me machuquei
O abandono e o frio.
Para que servem as virtudes? Para quê?
Se entre mim e outra pessoa sempre será “você”.
Se para não machucar terceiros, sempre terei de perder.
Esperanças em vão, meu lado negro ressurgiu
Pois por tanto tempo de longe ele assistiu
A metade alva do meu ser, que partiu.