Onde quer que eu vá
Tudo está errado
Mentiras, traições, violência, hipocrisia
Tudo está tão errado
Que penso que o erro
Sou eu
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
A Dança das Cadeiras
Na dança das cadeiras
Só está sentado quem é só
Amaldiçoados, de qualquer maneira
Machucados de dar dó
Levanta-se da cadeira aquele que se vai
Acompanhado para nunca mais voltar
E da vida de todos os demais ele sai
Deixando tudo e sem, para trás olhar
Quem ficará desamparado
Nesta última estrofe?
Pois nessas cadeiras só está sentado
Aquele que profundamente sofre
Mas não fique você abismado
Pois na dança das cadeiras sempre estive sentado
Só está sentado quem é só
Amaldiçoados, de qualquer maneira
Machucados de dar dó
Levanta-se da cadeira aquele que se vai
Acompanhado para nunca mais voltar
E da vida de todos os demais ele sai
Deixando tudo e sem, para trás olhar
Quem ficará desamparado
Nesta última estrofe?
Pois nessas cadeiras só está sentado
Aquele que profundamente sofre
Mas não fique você abismado
Pois na dança das cadeiras sempre estive sentado
domingo, 27 de janeiro de 2013
Aniversário
Hoje você faz
Um ano e mais histórias
Para contar
Para quem esteve ao seu lado e sempre vai estar
Não se esqueça do que se passou
Neste livro que não terminou
E quando estiver por aqui
Não se esqueça de lembrar
De quem nunca se esqueceu
De ti
Quando precisar
De ouvidos prontos para
Te escutar
Saberá,
que estamos todos aqui
Não se esqueça do que se passou
Neste livro que não terminou
E quando estiver por aqui
Não se esqueça de lembrar
De quem nunca se esqueceu
De ti
Um ano e mais histórias
Para contar
Para quem esteve ao seu lado e sempre vai estar
Não se esqueça do que se passou
Neste livro que não terminou
E quando estiver por aqui
Não se esqueça de lembrar
De quem nunca se esqueceu
De ti
Quando precisar
De ouvidos prontos para
Te escutar
Saberá,
que estamos todos aqui
Não se esqueça do que se passou
Neste livro que não terminou
E quando estiver por aqui
Não se esqueça de lembrar
De quem nunca se esqueceu
De ti
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Queda Livre
Há momentos em que continuar é um desafio
E algo pesa dentro de mim
Como o pior vazio
Que se arrasta, lento, sem fim
É em noites como a de hoje
Que me lembro do que deveria esquecer
E no papel, voo para longe
E escrevo como se fosse morrer
E algo pesa dentro de mim
Como o pior vazio
Que se arrasta, lento, sem fim
É em noites como a de hoje
Que me lembro do que deveria esquecer
E no papel, voo para longe
E escrevo como se fosse morrer
sábado, 19 de janeiro de 2013
A Rosa Branca
Em um campo de rosas, nascera uma rosa branca.
Mesmo que ainda por abrir, destaca-se a tal rosa franca.
E não sei se por bondade, ou se por destino
Esta flor nascera sem espinhos.
Pobre flor queima no próprio fogo interno
Pois ainda jovem já conhecera os castigos do inverno
Miro de longe, pétala a pétala se abrir
Pois não me permito ao desleixo de a rosa branca ferir.
Os ventos mais fortes não te derrubarão
Pois suas raízes fortes te seguram no chão
E estes ventos que sopram logo passarão
E as gotas de orvalho que das tuas folhas escorrem
Secarão ao sol da primavera que vem
Pois as tempestades que chegam, logo morrem
Mesmo que ainda por abrir, destaca-se a tal rosa franca.
E não sei se por bondade, ou se por destino
Esta flor nascera sem espinhos.
Pobre flor queima no próprio fogo interno
Pois ainda jovem já conhecera os castigos do inverno
Miro de longe, pétala a pétala se abrir
Pois não me permito ao desleixo de a rosa branca ferir.
Os ventos mais fortes não te derrubarão
Pois suas raízes fortes te seguram no chão
E estes ventos que sopram logo passarão
E as gotas de orvalho que das tuas folhas escorrem
Secarão ao sol da primavera que vem
Pois as tempestades que chegam, logo morrem
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Pierrot
Pierrot,
Lembra daquela que o deixou
E sente as lágrimas que chorou
Vendo, distante, o passado que passou
Pierrot,
Repete em sussurros as palavras que escutou
E tragicamente lembra que nunca deixou
Para trás o infortúnio que o arruinou
Pierrot,
É o que de si restou
Pois mesmo ao deixar os palcos em que atuou
Sempre há de ser Pierrot
Lembra daquela que o deixou
E sente as lágrimas que chorou
Vendo, distante, o passado que passou
Pierrot,
Repete em sussurros as palavras que escutou
E tragicamente lembra que nunca deixou
Para trás o infortúnio que o arruinou
Pierrot,
É o que de si restou
Pois mesmo ao deixar os palcos em que atuou
Sempre há de ser Pierrot
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
O Assassino
Quando algo dá errado
Eu sacrifico parte de mim
A parte que sonhava e que acreditava
E que sofreria eternamente pelo incidente
Sacrifício após sacrifício,
Eu sou uma selva devastada de mim
E por mim
Sou o tiro e o corpo no chão
E assim segue...
A cada dia um novo eu
A cada dia menos eu
Eu, assassino de mim
Eu sacrifico parte de mim
A parte que sonhava e que acreditava
E que sofreria eternamente pelo incidente
Sacrifício após sacrifício,
Eu sou uma selva devastada de mim
E por mim
Sou o tiro e o corpo no chão
E assim segue...
A cada dia um novo eu
A cada dia menos eu
Eu, assassino de mim
domingo, 6 de janeiro de 2013
?
De todas as palavras do mundo
Todas as frases que eu poderia formar
De tudo o que eu poderia dizer
Eu só consigo perguntar: "Por quê?"
Todas as frases que eu poderia formar
De tudo o que eu poderia dizer
Eu só consigo perguntar: "Por quê?"
sábado, 5 de janeiro de 2013
Anjo
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
Você precisa ver
Como é linda e delicada
Como é graciosa a pequena
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
Talvez você não possa vê-la
Pois só eu posso ouvi-la
Pois só eu posso toca-la
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
Que voz doce ela tem
Canta belíssimas canções
E meus ouvidos sentem prazer
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
Talvez seja presságio de morte
Ou talvez seja só amor
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
Você precisa ver
Como é linda e delicada
Como é graciosa a pequena
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
Talvez você não possa vê-la
Pois só eu posso ouvi-la
Pois só eu posso toca-la
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
Que voz doce ela tem
Canta belíssimas canções
E meus ouvidos sentem prazer
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
Talvez seja presságio de morte
Ou talvez seja só amor
Mãe, eu me apaixonei por um anjo
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Naufrágio
Em meu barco, no mar bravo, que talvez me engolirá
Enfrento uma tempestade violenta, mas tento fugir
Das ondas que me jogam para cá e para lá
Porém tento persistir, tento persistir
Pois um dia voltarei à terra
E encontrarei aqueles olhos que me guiaram
Cansado e ferido, para a vitória nesta guerra
Contra os ventos e as ondas que por minha morte esperaram
De repente as velas se rasgam com o vento
E a água violenta ameaça quebrar
O pequeno barco e afunda-lo comigo dentro
E eu, já desiludido passo a me lembrar
Do sorriso daquela que está a me esperar
E com os olhos fechados, espero encontra-la no fundo mar
Enfrento uma tempestade violenta, mas tento fugir
Das ondas que me jogam para cá e para lá
Porém tento persistir, tento persistir
Pois um dia voltarei à terra
E encontrarei aqueles olhos que me guiaram
Cansado e ferido, para a vitória nesta guerra
Contra os ventos e as ondas que por minha morte esperaram
De repente as velas se rasgam com o vento
E a água violenta ameaça quebrar
O pequeno barco e afunda-lo comigo dentro
E eu, já desiludido passo a me lembrar
Do sorriso daquela que está a me esperar
E com os olhos fechados, espero encontra-la no fundo mar
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